Coloque o Muse Code para rodar em minutos.
O Muse Code está em beta para macOS e Linux. Ele assume tarefas complexas de engenharia de software em repositórios grandes — planeja as mudanças, escreve o código e valida os resultados — tudo sem sair do seu terminal.
1. Instalação
Um único comando instala a CLI:
O script coloca o binário muse no seu PATH — confira com muse --version. Prefere revisar o script antes? Baixe com -o install.sh, audite e depois execute.
2. Autenticação
Na primeira execução, o navegador abre para você se autenticar em dev.meta.ai com sua conta de desenvolvedor da Meta. As credenciais ficam em cache local — sem reautenticação a cada sessão. Acesso e cobrança passam pela Meta Model API.
MODEL_API_KEY.3. Execute sua primeira tarefa
Com a autenticação concluída, você pode começar em qualquer um dos seus diretórios de projeto:
Descreva o resultado que você quer em linguagem natural. Uma boa primeira tarefa é pequena e verificável — "adicione o teste que falta para parseDate e garanta que ele passa" — você vai ver um worker rascunhar a mudança, um revisor criticá-la e o teste rodar.
Duas alavancas de custo que valem conhecer desde o primeiro dia: o Muse Spark é um modelo de raciocínio — ele pensa antes de responder, e esses tokens são cobrados como saída — então /effort aumenta ou reduz o raciocínio por tarefa. E seu tom, formato e outras regras fixas podem morar em uma mensagem de sistema, para você não repeti-las em cada prompt.
Agentes assíncronos em segundo plano
O Muse Code funciona com um loop de agente simples mais um conjunto de agentes assíncronos em segundo plano que ampliam a capacidade do agente principal. Esses agentes especializados permanecem ativos durante toda a sessão em vez de serem criados a cada tarefa, o que evita coletar as mesmas informações repetidamente. Eles conduzem os próximos passos por conta própria e escolhem quando reportar ao agente principal — essa persistência reduz a latência e a necessidade de intervenção em tarefas difíceis de várias etapas.
Fan-out de agentes e worktrees do git
Quando um trabalho se divide em várias tarefas, elas se distribuem automaticamente entre agentes separados: o pai cria um agente filho com permissão de escrita para cada tarefa, e cada filho recebe seu próprio git worktree — filhos em paralelo nunca colidem nos mesmos arquivos e sua cópia de trabalho continua limpa.
Event log
O Muse Code usa um event log local ao qual toda chamada de modelo, execução de ferramenta, aprovação e edição é acrescentada. Essa fonte única de verdade torna o runtime reproduzível com exatidão e seguro para reinícios: depois de uma falha, o agente retoma exatamente de onde parou, o que permite assumir tarefas longas sem descarrilar por causa de erros. Toda criação, todo redirecionamento e todo cancelamento de subagente é observável — muse replay percorre uma sessão passo a passo, e os traces completos podem ser exportados para repasse ou auditoria.
Skills e comandos integrados
O Muse Code vem com várias skills padrão — você coloca uma ideia bruta e sai uma funcionalidade testada sob pressão e validada:
Muse Spark 1.2
O Muse Spark 1.2 é uma atualização do Muse Spark 1.1 focada em programação, com melhorias em geração de código, depuração complexa, compreensão de bases de código e fluxos de desenvolvimento de ponta a ponta — o poder computacional de treino em tarefas de código foi ampliado de forma significativa, ao mesmo tempo em que a diversidade de ambientes cresceu. Três coisas o distinguem:
Benchmarks (com Muse Code): Terminal-Bench 2.1 · 82,9% — DeepSWE 1.1 · 59,3%. A metodologia completa está no relatório de avaliação da Meta em research.meta.ai.
Estudo de caso: otimização de kernels
A Meta testou a capacidade do modelo de otimizar kernels de GPU de forma iterativa ao longo de mais de 1.000 chamadas de ferramentas — até 24 horas. Dentro do ambiente agêntico do Muse Code, o modelo escreve, compila, faz profiling e melhora progressivamente o desempenho do kernel em relação a uma linha de base, medido nos kernels KDA e MLA para GPUs NVIDIA Hopper. Proibido de encapsular bibliotecas de kernel de terceiros, ele implementou os algoritmos diretamente em Triton — e continuou encontrando melhorias substanciais sobre a linha de base.
Meta Model API
Os mesmos modelos por trás do Muse Code estão disponíveis diretamente — o Muse Spark 1.2 chega no Muse Code, na Meta Model API e no OpenRouter, com acesso global ampliado. A API é compatível sem mudanças com o OpenAI SDK, o Anthropic SDK e CLIs de agentes como OpenCode e Claude Code: aponte seu cliente para a base URL e mantenha o resto do seu código. A janela de contexto é de 1.048.576 tokens.
Cookbook
Receitas que rodam já na primeira cópia — cada uma resolve um problema específico, mostra código que funciona e aponta o próximo passo. Três seções, mais receitas para os padrões centrais do Muse Code.Ver todas as 28 receitas →